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Nesse ponto a direção de arte é fundamental.
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Lojas Virtuais (e-commerce)


Visando desenvolver soluções ideiais para cada cliente, atuamos também na área de soluções para Internet, desenvolve lojas virtuais (e-commerce) buscando resultados positivos para quem procura mais um forma de aumentar os lucros da empresa.

O desenvolvimento de e-commerce (lojas virtuais) cresce a cada dia. O maior objetivo de quem possui um comércio eletrônico é o aumento das vendas e a captação de novos clientes.

Visando o crescimento neste setor, desenvolvemos lojas virtuais personalizadas.

Por ter um baixo custo a loja virtual (e-commerce) se torna um grande investimento, o administrador não tem a necessidade de manter muitos funcionários, pois o gerenciamento da loja virtual é simples.

Mais um ponto positivo é a garantia de alavancar a venda de seus produtos, pois a loja virtual se torna um grande canal de vendas e abre novas oportunidades de negócio para a empresa.

Um dos pontos principais das lojas virtuais é o gerenciamento, trabalhando bem os produtos e conteúdos de sua loja, mantendo um relacionamento positivo com o cliente, fazendo investimento na divulgação de sua loja não existirá nenhum problema com a aceitação de sua loja virtual no mercado de vendas on-line.

Personalizamos sua Loja de acordo com sua necessidade.

Veja o sistema em funcionamento , clique aqui.

 

Notícias:

Brasil deverá ser 4º maior em e-commerce até 2015, diz estudo.

Em 2011, o País aparece em 6º lugar entre as dez maiores nações em vendas online, segundo o T-Index 2015.

O Brasil deverá ser o quarto maior do mercado mundial de e-commerce em 2015. Atualmente o País ocupa o sexto lugar e deverá subir, ajudado pela crise mundial, que fará com que Estados Unidos e nações europeias mudem de posição nos próximos quatro anos.

A melhoria do desempenho do Brasil em e-commerce é uma projeção do T-Index 2015, índice estatístico que indica a participação d vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB per capita estimado.

No estudo, o Brasil aparece atualmente em sétimo lugar entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Segundo a projeção T-Index 2015, os Estados que hoje é primeiro colocado em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancado nos próximos quatro anos pela China. 

O mercado chinês tem atualmente tem uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, mas em 2015 será responsável por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos os EUA será reduzida para 16,8%.  

O Japão permanecerá no terceiro posto, porém apresentará uma queda, passando de uma participação de 6,6% em 2011 para 4,9% em 2015.

Já o Brasil, que aparece atualmente no estudo em sexto lugar com participação de 3% aumentará sua fatia para 4,3% e também subirá no ranking. As previsões do T-Index 2015 aponta que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido.  

A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.

O Reino Unido passa do quinto para o oitavo lugar com uma variação da participação de mercado de 27% relativamente a 2011. 

A Coreia do Sul permanece estável no nono lugar, mas seu market share cairá para 12%. A surpresa pode ser a entrada do México no top 10, ultrapassando a Itália que terá uma variação negativa da sua quota de mercado em 2015 de 43,4% relativamente a 2011. 

Entre os países emergentes de maior crescimento figuram a China (+63,4%), Brasil (+43,3%), Rússia (+27,5%), Índia (+26,6%), Indonésia (+20,8%) e a Turquia (+20%).

O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015. 

No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a projeção para 2015. 


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